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Cinco diferencias dos profissionais de TI certificados

Pesquisa da IDC mostra que pessoas que possuem certificados são consideradas mais confiáveis e atingem a proficiência mais rapidamente

 

A tecnologia da informação é cada vez mais relevante para o sucesso das operações de negócios. Porém manter e melhorar o desempenho organizacional nessa área, tais como suporte e segurança da informação, são objetivos importantes para todos os CIOs.

Os líderes de TI estão sob constante pressão para atrair e reter profissionais altamente qualificados. Estes líderes precisam de pessoal que consiga proporcionar uma vantagem em termos de desempenho.

Pesquisa da IDC revala que os candidatos e colaboradores com certificações apresentam um melhor desempenho que aqueles sem estas certificações.

Com base nisso, a CompTIA listou cinco diferenciais dos profissionais de TI certificados:

1. Funcionários certificados são mais confiantes

Quando os profissionais de TI têm confiança em suas capacidades, possuem maior probabilidade de terem uma visão prospectiva, antecipando questões de forma proativa e resolvendo problemas antes que eles afetem o desempenho.

Ter as competências certas dá aos profissionais de TI a confiança de que conseguem arcar com as responsabilidades que lhes foram atribuídas.

A CompTIA afirma que profissionais com a certificação Security+ têm uma probabilidade 85% maior de acreditar que possuem as competências e conhecimentos necessários para cumprir suas tarefas com êxito.

2. Funcionários certificados são mais bem informados

Gerentes de TI experientes e CIOs dependem dos conhecimentos validados das certificações para garantir que seu pessoal de TI tenham o discernimento necessário para tomar decisões acertadas e realizar tarefas essenciais corretamente.

A diferença em termos de domínio do conhecimento entre pessoas com a certificação CompTIA e pessoas sem as mesmas pode ser surpreendente.

3. Funcionários certificados atingem a proficiência no trabalho mais rapidamente

Os líderes de TI enfrentam vários desafios ao contratar novos colaboradores. A primeira preocupação é a velocidade com que eles se tornarão proficientes em suas funções.

A vantagem de conhecimento que os profissionais com a certificação CompTIA têm relativamente ao pessoal não certificado permite-lhes:

A) Compreender melhor o ambiente;

B) Identificar e comunicar problemas e oportunidades de forma mais clara;

C) Agregar valor mais rapidamente.

4. Profissionais certificados são mais confiáveis

De acordo com a associação, funcionários com certificação superam em até 53% profissionais sem certificação em atividades laborais essenciais, e oferecem melhores níveis de desempenho em outras variedades de atividades em comparação com funcionários que não a obtiveram.

Ao observarmos uma variedade de funções de tarefas específicas e objetivamente mensuráveis, funcionários certificados conseguiram conclui-las de forma mais confiável e consistente.

5. Profissionais certificados têm um desempenho superior

A entidade defende que o processo de preparação e obtenção da certificação faz com que o pessoal de TI tenha um desempenho superior em atividades importantes de suporte e segurança de TI, quando comparados com profissionais sem certificação.

Contudo, sem um treinamento suficiente e contínuo, o desempenho do pessoal em tarefas essenciais diminui consistentemente. Na avaliação das tarefas de suporte e segurança, o desempenho diminui até 25% ao longo de 4 anos sem treinamento contínuo.

Por outro lado, com a certificação e com um treinamento contínuo, o pessoal de TI mantém níveis superiores de desempenho.

Conclusão

A medida que os sistemas de TI se tornam cada vez mais essenciais para as operações de negócios, o desempenho organizacional das tarefas de TI é cada vez mais crítico para o sucesso geral da TI.

Os gerentes de TI devem maximizar o desempenho de todos os seus recursos, incluindo o pessoal de suporte e segurança.

A) O documento técnico da IDC recomenda aos líderes de TI:

B) Contratem pessoal com competências validadas e certificadas para funções chave;

C) Forneçam treinamento relevante e contínuo a todo pessoal;

D) Monitorem os níveis de desempenho e abordem diminuições de desempenho rapidamente.

 

Fonte: IDC

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Mapeamento de TIC 2016 aponta saldo de 548 vagas para o setor em SC

Levantamento que contou com 69 empresas a mais do que em 2015 mostra recuo na geração de novos postos

Em meio ao cenário de retração econômica brasileira, o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) de Santa Catarina mantém saldo positivo na estimativa de novos empregos para 2016. Representantes de 280 empresas participantes do Mapeamento de TIC, levantamento anual do Programa Geração TEC, apontaram que 548 vagas devem ser abertas pelo setor ao longo deste ano, cerca de 35% imediatas e o restante futuras. A maior quantidade de vagas levantadas está em Tubarão (152), Florianópolis (141), Joinville (111) e Criciúma (48).

Mesmo com saldo positivo, o setor tecnológico catarinense demonstra impacto sobre a geração de novos postos de trabalho na comparação com o mapeamento de 2015. As 548 vagas estimadas para 2016 equivalem a 30% das novas oportunidades levantadas pelas empresas participantes em 2015, à época 1.785.

Em 2016, o número de empresas participantes da consulta aumentou. Foram 69 a mais do que as 211 organizações que se manifestaram em 2015. No Mapeamento de TIC, as empresas respondem a um questionário entre os meses de janeiro e março, fornecendo dados sobre vagas e áreas de concentração que irão embasar o planejamento e oferta de cursos gratuitos de capacitação do Geração TEC.

Para o presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), Guilherme Bernard, apesar de o setor continuar em crescimento no Estado – o segmento cresceu cerca de 15% no último ano – o ritmo de abertura de vagas diminuiu em virtude dos efeitos da crise econômica. “Ainda assim, centenas de empresas de TI seguem crescendo, uma vez que a tecnologia é uma ótima alternativa para aumentar a eficiência, reduzir custos e abrir novas oportunidades em cenários adversos e mercados mais tradicionais”, destaca Bernard.

O Programa Geração TEC, iniciativa do Governo do Estado coordenada pela Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), apoia as empresas de tecnologia do Estado na formação profissional, com o objetivo de atender as demandas do mercado e oferecer profissionais qualificados na área de TIC. Desde 2011, os cursos do Geração TEC formaram o equivalente a 30% do total de profissionais da TI catarinense. São 6.156 egressos em cursos de formação profissional e gestão empresarial.

O presidente da Rede Catarinense de Inovação (Recepeti), empresário Rui Luiz Gonçalves, faz uma análise sobre o resultado do mapeamento “O setor tecnológico diminui o ritmo, mas continua abrindo vagas. Empresas estabelecidas estão crescendo menos e fechando postos de trabalho por causa da grave crise que atravessamos. Em contrapartida, o movimento das startups, que têm crescimento acelerado, absorvem essa mão de obra excedente e até geram mais oportunidades. Santa Catarina acerta em cheio quando aposta em inovação. Ela é a nova economia para a geração de empregos do futuro”.

 

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Geração TEC conecta estudantes e profissionais em cursos sobre mídias digitais

Ciclo com 919 alunos em busca de qualificação e atualização promove troca de experiências em 13 polos de SC

Nas salas de aula preparadas para os cursos técnicos do primeiro ciclo do Programa Geração TEC em 2016, concluintes do Ensino Médio que compunham o perfil majoritário do programa ganharam a companhia de profissionais experientes, graduados e pós-graduados, em busca de atualização. A mudança é alavancada pela oferta dos novos cursos de Marketing Digital, E-commerce e Redes Sociais, uma resposta do Geração TEC à demanda levantada pelas empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) de Santa Catarina no último ano.

A etapa de seleção para o programa contou com mais de 3,4 mil inscritos e, ao todo, 919 alunos ingressantes devem completar a carga horária de 56h de formação gratuita. A maior procura em todo o Estado (72%) foi pelos cursos de Marketing Digital, seguido por E-commerce (20%) e Redes Sociais (8%). As turmas se dividem nos 13 polos catarinenses atendidos pelo programa: as cidades de Joaçaba, Lages, Jaraguá do Sul, Chapecó, Itajaí, São Bento do Sul, Tubarão, Blumenau, Brusque, Rio do Sul, Criciúma, Florianópolis e Joinville.

A curta duração em relação a cursos voltados às mídias digitais existentes no mercado mostrou-se um atrativo aos ingressantes, seja para a aquisição de novos conhecimentos, a renovação de conceitos ou para adquirir base e empreender.

“Dedico muitas horas do dia ao trabalho e o tempo é um desafio para buscar qualificação constante. Então a alternativa de um curso de curta duração foi bastante viável para mim. Encontrei, desde as aulas mais básicas, conceitos de nivelamento importantes para corrigir rumos e encontrar soluções para a minha empresa. Todo o conteúdo pode render aplicação”, diz Daniel Becher, que tem uma empresa de hospedagem de sites e frequenta uma das turmas de Marketing Digital em Florianópolis.

O professor universitário e instrutor em Marketing Digital Diego Dornelles delineia algumas características da formação. “É um curso mais prático, com objetivo de ir do planejamento à ação, passando pela estratégia. Começamos com os conceitos de marketing como embasamento aos alunos, para depois tratar de ferramentas e plataformas atuais”, explica.

O publicitário Fábio Pauluk, também instrutor em Marketing Digital, complementa: “Lidamos com acesso à informação rápida e imediatamente aplicável no mercado, com um público disposto ao aprendizado. Como as informações nessa área mudam diariamente, o networking, aqui, torna-se tão ou mais importante do que os conteúdos”.

As aulas do primeiro ciclo do programa em 2016 se encerram no mês de maio.

O Geração TEC

O Programa Geração TEC é uma parceria da Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável de Santa Catarina (SDS) com entidades do setor de TIC, I3 e Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC). Desde 2011, os cursos do programa formaram número igual a 30% do total de profissionais da TI catarinense. São 6.146 egressos em cursos de formação profissional e gestão empresarial em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

 

Depoimento

Confira depoimentos de participantes do curso de Marketing Digital do primeiro ciclo de 2016  do Programa Geração TEC.

“O curso de Marketing Digital trata em seus conteúdos de temas e ferramentas mais utilizados na atualidade, mas a ênfase está na atividade de planejar. Novas tecnologias continuarão surgindo e exigindo que continuemos aprendendo. O que não se altera com a evolução do marketing digital é o estudo de estratégias e processos para se atingir um resultado final satisfatório.”

Fábio Pauluk

Publicitário e empreendedor

Instrutor

 

“Trocamos muita informação com os colegas, revemos conteúdos. São temas que mudam praticamente todos os dias. Vivemos esse período de transição em que há pouco tempo o uso de ferramentas mobile ultrapassou o desktop. Junto com as mudanças, é muito positivo estar em contato com conteúdos da área, estimulando novas ideias e reconhecendo tendências que podem ser aplicadas no dia a dia. Um curso de curta duração atende a esses requisitos”.

Arthur Afonso

Pós-graduado em Marketing e Head of Digital na área de entretenimento

Aluno

 

“Esta é uma área em que muitos cursos estão surgindo com a demanda do mercado por marketing digital, gestão de redes sociais, divulgação. É um mercado em rápida evolução que atrai os profissionais de comunicação. No curso muitos conhecimentos podem ser utilizados no dia a dia, de técnicas de postagem ao tratamento de conteúdos digitais. Mas chamam muito a atenção temas nos quais não nos aprofundamos nas faculdades de comunicação: estratégia, planejamento, público-alvo. É muito importante extrapolar o conceito vasto que define um leitor, enfim, compreender o marketing”.

Camila Latrova

Jornalista há 12 anos, com experiência atual em editoração gráfica de publicações

Aluna

 

“Gosto de atuar na área de tecnologia para o agronegócio e entendo que a comunicação é sempre fundamental. Também tenho projetos em que planejo empreender no futuro. O curso oferece conhecimentos e ferramentas tanto para empreender quanto para aplicar hoje em meu trabalho. Sempre procuro cursos enxutos, por serem mais condensados, com conteúdo mais direto. Aqui, a dinâmica das aulas ajuda muito, assim como o exercício de projetos que serão apresentados ao fim do curso. As equipes agregam muitos conhecimentos e contatos também. É uma boa experiência.”

Benito Sbruzzi

Zootecnista, atuante em empresa de software para o agronegócio

Aluno

 

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Conteúdos criativos ou como empresas de TI podem ser divertidas

Para criar conteúdos criativos é preciso quebrar estereótipos. Ou melhor, ir além deles. Primeira lição aprendida. Acreditar em uma única história, e logo falaremos mais sobre isso, é nocivo em diversos aspectos: erra o alvo, cria uma produção padronizada e maçante, afasta o verdadeiro público-alvo. Até pouco, era comum associar empresas de tecnologia à imagem de homens de exatas obcecados por ficção científica. Atualmente, há ainda uma variação em decorrência dos jovens da geração Y e os seus unicórnios mágicos (e os potes de ouro pelo caminho). Será que, a partir disso, conseguimos realmente criar conteúdos criativos e, principalmente, engajadores? Não.

Antes de chegar às empresas de TI (e na diversão), é preciso entender determinados conceitos (boring, mas inevitável). Dessa forma, ficará muito mais fácil entender o que é preciso para fugir de falsos padrões (e dos conteúdos chatos) e impactar os consumidores.

Experiência do consumidor e a exclusão de públicos

Para criar conteúdos criativos que realmente despertem o interesse do usuário, é preciso oferecer uma experiência, pelo menos, satisfatória (aquele contente, mas não deslumbrado). O que na teoria é fácil, na prática é outra conversa. Por isso, para não confundir conteúdos criativos com tentativas mal direcionadas (por favor, parem de estragar minhas referências preferidas em artigos sem sentido), é preciso entender o processo por inteiro, desde o propósito de marca. É ali que saberemos qual será a “crença” em comum que irá começar a separar quem é ou não é o público-alvo.

Só é possível uma experiência do consumidor singular (pausa para os fogos de artifício) quando há um público-alvo definido. E, por mais doloroso (e é) que seja para algumas empresas, é preciso fazer escolhas. O que significa excluir públicos. Quando a proposta é muito aberta, torna-se genérica e com uma experiência facilmente esquecível. Falar com todo mundo é falar com ninguém. Ou, forever alone.

Conheça o seu público e a si mesmo

Entre os ensinamentos do general Sun Tzu, um dos mais famosos é “se você conhece o inimigo e a si mesmo, não tema o resultado de cem batalhas. Se se conhece, mas não ao inimigo, para cada vitória sofrerá uma derrota. Se não conhece nem o inimigo nem a si, perderá todas as lutas”. Se você conhece o público e tem um propósito claro, torna-se muito mais simples a produção de conteúdos criativos e assertivos. Viu? É possível usar “A arte da guerra” e autoajuda empresarial de forma bacaninha.

Passando para um pensador moderno, Don Draper, de Mad Men, também tem muito a ensinar sobre a arte da guerra ou como agradar clientes e consumidores (e outros públicos que estão fora de questão). Draper está constantemente analisando o que as pessoas procuram e, desta forma, consegue entregar campanhas consistentes (com conteúdos criativos, eba!) que proporcionam justamente aquilo que elas buscam. Um feito que só é possível quando se está prestando atenção tanto nas tendências externas, como no que pode tornar a vida dos clientes e consumidores mais fácil.

Criar uma persona é criar um estereótipo?

Por mais imprecisa que possa ser a resposta, na verdade, é relativo. Em princípio, uma persona delimita determinados campos que representam o perfil ideal de um consumidor. É comum que a análise parta dos pressupostos e conhecimento adquirido pela própria empresa. É claro que com a prática, alguns campos tornam-se óbvios também para os analistas. Contudo, o que não se pode permitir é cair na tentação de “conheço os consumidores como ninguém”. Não, você não conhece. Por isso, é tão importante a validação com um consumidor real.

De volta para a pergunta, os analistas irão formar perfis e, com isso, abrirão ao menos dois caminhos para o planejamento e a produção de conteúdo: o primeiro é o óbvio, ou seja, seguir à risca as informações. Já, o segundo, trata-se de se tornar inesquecível e entregar conteúdos criativos. O que só é possível quando o redator permite-se olhar mais do que dados, mas a história (as múltiplas histórias) das personas. De outra forma, tudo depende da sensibilidade de quem irá trabalhar com as personas.

O perigo da história única em diferentes contextos

Em 2009, a escritora nigeriana Chimamanda Adichie participou do TED com a palestra “o perigo de uma única história”. Durante a apresentação, Chimamanda chamou a atenção sobre os estereótipos dos africanos a partir de premissas com uma única perspectiva. “Mostre um povo como uma coisa, como somente uma coisa, várias e várias vezes, e eles se tornarão isso”. Ampliando o contexto, o perigo da história única pode ser aplicado para qualquer forma de comunicação, incluindo o inbound marketing.

Partir de uma única informação e torná-la como verdade universal, seja sobre um povo, uma profissão ou uma pessoa, além de contar uma história pela metade, impede a compreensão das particularidades de cada um. É o mesmo que utilizar o estereótipo de empresa tradicional de tecnologia ou startup inovadora, presumindo que há sempre um padrão universal e imutável. Ou, ainda, utilizar como persona um “gerente/supervisor de TI” com as mesmas características e desafios, independentemente do segmento, do mercado, etc.

Como a própria escritora afirma, “[…] a única história cria estereótipos e o problema não é que eles não são verdadeiros, mas que são incompletos”. Para criar conteúdos criativos e experiências inesquecíveis, o incompleto não é o suficiente.

Credibilidade não é ser cansativo (ou extremamente chato)

Se você chegou até aqui, então está pronto para um dos maiores segredos dos conteúdos criativos: não é preciso ser chato, uma máquina de dados ou ainda um manual técnico para obter credibilidade. Por mais que tenha se convencionado que empresas de TI se interessam pelos aspectos técnicos ou que personas de TI preferem conteúdos práticos, isso, definitivamente, não é sinônimo de tecnicalidades e siglas em camadas. Caso contrário, bastaria um técnico e não um redator para a estratégia de inbound marketing.

Por mais árduo ou robusto que seja o tema, sempre há uma forma de torná-lo mais acessível ou atrativo. Afinal, esse é o papel do redator, como falamos anteriormente, imergir nas perspectivas (múltiplas) das personas e contar a história de vários ângulos. Novamente, por mais técnico que seja o tema, é possível produzir um artigo que não seja cansativo (extremamente chato). Pode até não ser o caminho mais fácil, mas certamente se tornará um diferencial no meio de um mar de obviedades.

Na prática: cases reais de conteúdos criativos para empresas de TI

Com foco em comunicação para empresas de tecnologia e inovação, aDialetto possui alguns cases práticos de conteúdos criativos para diversas áreas do setor. Aliás, um dos passos mais importantes para pensar fora da curva é pesquisar e conhecer bons exemplos. A partir disso, os insights surgem com mais frequência e boas práticas são incorporadas na rotina. Por isso, separamos alguns ótimos exemplos de conteúdos criativos ou como empresas de TI podem ser divertidas.

1“Divertida mente”: inteligência emocional para o contact center. O artigo da Teclan, referência em soluções multicanais para a comunicação entre empresas e clientes, faz um paralelo entre a animação “Divertida mente” e a rotina dos agentes de contact center. É um formato que já vem sendo explorado, porém, muitas vezes, sem muitos critérios. Por isso, é preciso cuidado para não iludir o leitor e apresentar correlações descabidas. Não force a barra. No caso da Teclan, em que os agentes convivem com diferentes perfis de clientes, em diversos estados emocionais, faz sentido realizar a comparação.

2. Tendências de robótica para indústrias. Parece um tema bastante pertinente para uma empresa como a Produza, especializada na montagem de placas eletrônicas, não é mesmo? A diferença está no conteúdo. Com dados expressivos de um órgão internacional, o artigo se permite trazer referências da ficção, como por exemplo, da obra “Eu, Robô”, de  Isaac Asimov, em que compara as “Três Leis da Robótica” criadas pelo escritor com as pesquisas atuais. Uma ótima forma de aproveitar um tema óbvio e torná-lo criativo.

3. Por que a internet brasileira é ainda tão lenta? Para a Cianet, além de proporcionar conteúdo técnicos, é importante contextualizá-los dentro da realidade do mercado e das personas. Por isso, responder perguntas que a grande maioria faz, é uma excelente forma de ganhar audiência e despertar interesse. Afinal, não basta saber que estamos na  84ª posição do ranking global de velocidade média de conexão, é fundamental explicar os motivos.

4. Design Thinking na saúde ajuda a identificar falhas na clínica. Muito mais do que apresentar benefícios do produto, a Manager Systems produziu um artigo que une a tecnologia com uma metodologia inovadora. Por isso, ampliar a perspectiva e apresentar soluções integradas com o Design Thinking, por mais que para outras áreas criativas possa ser comum, é uma inovação para a gestão em saúde. Ou seja, mais um para lista de conteúdos criativos: integração de tendências e metodologias (até mesmo de outras áreas) com tecnologias e softwares.

5. Case Grendene: uma nova reflexão na gestão de incentivo fiscal. Um ótimo exemplo de como um assunto extremamente técnico, como a gestão do Drawback, pode ser contextualizado de forma diferenciada. Nesse caso, a Becomex contou um caso real, o da Grendene, para apresentar desafios, objetivos e resultados. Não basta apresentar números, é preciso contar o que e quem está por trás da história.

6O que grandes vendedores ensinam aos conselhos sobre cadastro de inscritos. Se o seu software, produto ou serviço trata de determinada área, por que não trazer lições de especialistas? No caso da HB.Conselhos, uma das perspectivas criativas exploradas foi justamente quais seriam as principais lições de vendas que poderiam ser utilizadas no cadastro de inscritos. É ainda um formato que pode ser replicado em vários segmentos.

7. 4 ramos do Direito em ascensão no Brasil. Um artigo simples, de lista, com base em uma matéria divulgada pela Exame com as profissões mais promissoras do ano. Bastou selecionar as que envolviam a área jurídica e pronto, tornou-se um dos mais acessados do blog do SAJ ADV.

O formato não é tudo, mas ajuda bastante

Não basta um formato revolucionário com um conteúdo medíocre. Certamente, é preferível encontrar conteúdos criativos em formatos mais simples (o que não significa que são mal diagramados ou esteticamente confusos), do que o inverso. Contudo, se é possível unir um ótimo conteúdo com um formato diferenciado, então, win-win.

Outro ponto positivo, é testar o mesmo conteúdo em diferentes formatos. Algumas vezes, o profissional precisa de um e-book mais completo, mas em outras, uma checklist ou infográfico podem ser o bastante. Confira excelentes exemplos de formatos e conteúdos criativos para empresas de TI:

1. Quiz ou diagnóstico:

Teste o conhecimento dos consumidores ou proporcione uma avaliação sobre a empresa ou mercado. No final, além do resultado padrão, o usuário ainda recebe um diagnóstico e comentários das respostas.

Exemplos:

Teste seus conhecimentos sobre redes ópticas
Você é um chefe ou um líder?
Diagnóstico de gestão da montagem de placas

2. Glossário:

Muitas áreas possuem termos técnicos específicos. Num formato de glossário-infográfico, é possível ensiná-los de forma visual e criativa.

Exemplo:

Termos essenciais para a gestão arquivística

3. Metodologias aliadas à tecnologia:

O mesmo princípio do artigo sobre Design Thinking vale para materiais mais aprofundados. No e-book sobre organização pessoal na advocacia, por exemplo, há apresentações sobre os métodos do ZTD, GTD, Pomodoro e Kanban (seja lá o que signifique).

Exemplo:

Organização pessoal na advocacia

4. Legislação comentada:

Nem sempre é fácil entender termos legais sobre uma área técnica. Por isso, a legislação comentada ou um passo a passo de como utilizar determinada norma são úteis e criativos. Nada de usar apenas termos jurídicos, é preciso trazer para a realidade das empresas com exemplos claros e reais.

Exemplos:

Especial ANATEL: como se adequar à nova legislação para empresas de telefonia
Lei da informática: saiba quais são os benefícios para a indústria eletroeletrônica
Resumo do Manual de Financiamentos Externos

5.Infográficos:

Justamente por serem, muitas vezes, temas robustos, um infográfico torna o conteúdo mais compreensível. É também uma forma de checklist para os consumidores.

Exemplos:

5 conhecimentos básicos para otimizar a produção eletroeletrônica
Passo a passo de um projeto eletroeletrônico
16 Vilões ao Lucro do Call Center
Tendências para o mercado de TV paga

6. Planilhas:

Conteúdos simples, mas extremamente práticos. Afinal, a criatividade está em facilitar a vida dos clientes e consumidores. É também um ótimo adicional para um futuro kit sobre o mesmo tema.

Exemplos:

Lista de KPIs para call center
Planilha de gastos com sobras de componentes
Planilhas para o dimensionamento dos reservatórios de água pluvial em edificações

7. Trilhas de conhecimento:

São uma ótima forma de agrupar o material já produzido sobre determinado tema. É praticamente um curso por e-mail sobre o assunto.

Exemplos:

Trilha de Conhecimento: Gestão de Pessoas no call center
Trilha de Conhecimento: Boas práticas para a gestão de escritório de advocacia
Trilha de conhecimento: Tecnologias para educação na Era Digital

Qualquer dúvida ou sugestão, basta deixar um comentário. Para se aprofundar no tema, há ainda os artigos do Inbound.tech: “Não me faça perder tempo: desafios da produção de conteúdo especializado em tecnologia” e “RD Summit: Adeus, clichês. É preciso apostar em geração de conteúdo épico e não-convencional para conquistar clientes”. Boa leitura e até a próxima!

Fonte: Inbound.tech

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Geração TEC reúne representantes do setor tecnológico para alinhar programa ao mercado

A coordenação do Programa Geração TEC reuniu nesta terça-feira (16.02) integrantes de entidades do setor tecnológico da Grande Florianópolis para o Workshop de avaliação, mapeamento de vagas e perspectivas do programa, no ParqTec Alfa, bairro João Paulo, em Florianópolis. Participaram as instituições Senac, Univali, Fapesc, Instituto I3, Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), Rede Catarinense de Inovação (Recepeti) e o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Florianópolis, José Henrique Domingos Carneiro.

O encontro abriu uma rodada de apresentações sobre o Geração TEC que são realizadas ao longo desta semana em todas as regiões catarinenses. O objetivo das reuniões é discutir aspectos relevantes do programa em cada regional, mas sob a ótica das empresas, instituições executoras e parceiros institucionais.

As sugestões colhidas serão entregues pelo Instituto Internacional de Inovação (I3) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) para a Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), a fim de estreitar a relação entre as atividades do Geração TEC e as demandas do mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

“Como evolução, precisamos considerar que as TICs tornaram-se transversais para outros ramos. Empresas sem o foco em TI precisam de profissionais para redes sociais, e-commerce, programação. Essas qualificações têm alto custo e vêm ao encontro do perfil do programa. Do ponto de vista empreendedor, muitas startups existentes partiram do curso Formação de MEI do Geração TEC. Precisamos atender aos novos empreendedores”, avalia Norberto Dias, presidente do I3.

 

Regiões dimensionam potencial em TICs

Nos encontros pelo Estado, representantes dos 13 Centros de Inovação, em fase de implantação pela SDS, também irão participar das discussões junto a empresas e entidades ligadas à tecnologia e à inovação. Os grupos deverão levantar particularidades regionais, dimensionar o setor de TIC nas cidades do entorno, apresentar cases de sucesso resultantes do programa e sugerir melhorias, como sugeriu na etapa de Florianópolis o presidente da Recepeti, Rui Luiz Gonçalves.

“O Geração TEC pode fomentar a cadeia do setor de TI em SC e atrair novos clientes, a partir da formação de profissionais que conheçam as soluções emergentes e as consagradas produzidas em SC. Cursos de curta duração são um ponto de partida, colaboram com o ecossistema de inovação existente e despertam nos jovens o desejo de empreender ou iniciar uma carreira”, ressaltou.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Florianópolis, José Henrique Domingos Carneiro divulgou informações sobre projetos em andamento para apoio ao setor. “A Câmara de Vereadores estuda o Alvará condicionado, mais ágil para atividades em edificações e que não envolvam riscos. Também está em redação o texto do Fundo Municipal de Inovação. Essas são parte das iniciativas para viabilizar a produção de tecnologia e inovação. Estudamos, ainda, ferramentas para melhorar o monitoramento e acompanhar a performance das empresas, gerando dados estatísticos”, declarou Carneiro.

 

O Programa Geração TEC

O Programa Geração TEC é uma parceria da Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável de Santa Catarina (SDS) com entidades do setor de TIC, I3 e Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC). Desde 2011, os cursos do programa formaram número igual a 30% do total de profissionais da TI catarinense. São 6.048 egressos em cursos de formação profissional e gestão empresarial em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

 

Centros de Inovação de Santa Catarina

 

Os Centros de Inovação do Estado estão sendo implantados sob a gestão da Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável de Santa Catarina (SDS) para valorizar a cultura inovadora e o empreendedorismo em 13 polos catarinenses. As unidades contarão com estruturas e serviços como incubadoras, aceleradoras, laboratórios, orientação para empreendedores, centros de treinamento e espaços de convivência. Os polos são: Joaçaba, Lages, Jaraguá do Sul, Chapecó, Itajaí, São Bento do Sul, Tubarão, Blumenau, Brusque, Rio do Sul, Criciúma, Florianópolis e Joinville.

 

Agenda do Workshop de avaliação, mapeamento de vagas e perspectivas do Programa Geração TEC

16 de fevereiro de 2016

Às 19h

Auditório do INOVA@SC – Rodovia SC 401, 600, Edifício INOVA@SC, João Paulo

Florianópolis/SC

 

17 de fevereiro de 2016

Às 14h

SENAI –  Av. Marcolino Martins Cabral, 184, Auditório, Centro

Tubarão/SC

 

Às 14h

Auditório do ITEFETEP

Rua Luiz Fernando Hastreiter, 320, Centenário,

São Bento do Sul/SC

 

Às 19h

Centro Empresarial de Jaraguá do Sul – CEJAS

Rua Octaviano Lombardi,100, Czerniewicz,

Jaraguá do Sul/SC

 

Às 19h

Associação Empresarial de Lages – ACIL

Av. Belizário Ramos, 2276, Sala de Treinamento 1, Centro

Lages/SC

 

Às 19h

UNOCHAPECÓ – Auditório G – Bloco G

Av. Senador Atílio Fontana, 591-E, EFAPI

Chapecó/SC

 

Às 19h

Acic – Associação Empresarial de Criciúma

Rua Ernesto Bianchini Góes, 91, sala 102, bloco D, Próspera

Criciúma/SC

 

Às 19h

FURB – Bloco M, sala M008, Rua Antônio da Veiga, 140, Itoupava Seca

Blumenau/SC

 

18 de fevereiro de 2016

Às 14h

NIT – Núcleo de Inovação Tecnológica Unoesc – Campus I – Bloco I – Sala de Treinamento – Rua Getúlio Vargas 2125 – Sub solo

Joaçaba/SC

 

Às 14h

Instituto Federal Catarinense (IFC) – Unidade Urbana

Rua Abraham Lincoln, 210, Bairro Jardim América

Rio do Sul/SC

 

Às 14h

Auditório Bloco C – Centro Universitário de Brusque – UNIFEBE

Rua Dorval Luz, 123, Santa Terezinha

Brusque/SC

 

Às 19h

Auditório da SOFTVILLE – Rua Otto Boehm , 48, América

Joinville/SC

 

Às 19h

Auditório do Centro de Vivências da UNIVALI, 2° andar

Rua Uruguai, 458, Centro

Itajaí/SC

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Geração TEC lança mapeamento 2016 para atender demandas das empresas de TIC

Programa do Governo do Estado em parceria com entidades de tecnologia já formou o equivalente a 30% dos profissionais catarinenses no segmento

O setor tecnológico de Santa Catarina conseguiu driblar a crise em 2015 com um crescimento de 15%, aliando o potencial inovador à atuação em rede. Na formação de profissionais, as empresas de tecnologia do Estado contam com o Geração TEC, programa do Governo do Estado, coordenado pela Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS). “É um setor que tem colocado nosso Estado como destaque nacional e mesmo mundial. São aproximadamente duas mil empresas de tecnologia nas maiores cidades catarinenses que, juntas, têm faturamento superior a R$ 3 bilhões, gerando mais de 20 mil empregos”, explica o secretário da SDS, Carlos Chiodini.

Para identificar as demandas profissionais do mercado, o Geração TEC lança a nova edição do Mapeamento de Vagas nas Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). O estudo irá revelar as áreas que mais necessitam de profissionais e definir a grade de cursos do programa para este ano. O formulário está disponível no site bit.ly/mapeamento2016 e o preenchimento leva menos de três minutos.

Desde 2011, os cursos do Geração TEC formaram o equivalente a 30% do total de profissionais da TI catarinense. São 6.048 egressos em cursos de formação profissional e gestão empresarial em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

O Mapeamento de TIC 2015, respondido por 190 empresas, mostrou a existência 1,5 mil vagas no segmento em Santa Catarina e apontou a necessidade de formação em novas áreas, como e-commerce, redes sociais e marketing digital. Turmas para os três cursos devem iniciar no mês de março.

Os cursos oferecidos pelo Geração TEC têm curta duração e são gratuitos. Os concluintes são encaminhados para vagas oferecidas pelas empresas de tecnologia. O projeto oferece cursos para jovens acima de 17 anos, com ensino médio completo ou cursando o último ano. O Geração TEC é uma parceria da SDS com entidades do setor de TIC, Instituto Internacional de Inovação (I3) e Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC).

 

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Startups catarinenses estão entre as 100 mais atraentes para as grandes empresas do país

Oito startups de Santa Catarina e duas do Rio Grande do Sul foram selecionadas, em evento realizado em Florianópolis, para apresentarem seus negócios durante a Open Innovation Week, de 23 a 25 de fevereiro, em São Paulo. Elas foram escolhidas após avaliação do Movimento 100 Open Startups. São elas: Dunning, Soluz Energia, Youper, Opifex, Litma, Dr. CUCO, Instituto Gatti e Outclass (de SC), e Meerkat e PROSUMIR (do RS).

Na prática, isso significa que foram selecionadas como uma das 100 startups brasileiras mais atraentes para as grandes corporações. O grupo que organiza a semana de inovação conta com o patrocínio de 50 empresas nacionais e internacionais, entre elas a Embraer, Whirlpool, HP, IBM, Intel, Shell, Natura, Grupo Boticário, entre outras.

Ferramentas úteis para criar uma startup em 54 horas

Em São Paulo, no mês de fevereiro, os empreendedores que se destacaram vão apresentar seu modelo de negócio para representantes dessas companhias em busca de investimentos, parcerias comerciais ou de um trabalho conjunto para desenvolver alguma inovação. Também acompanham as apresentações 15 grupos de investidores.

— O grande ganhador é o cara que consegue chamar a atenção das empresas, que vão escolhê-lo para investir — explica Rui Luiz Gonçalves, presidente da Rede Catarinense de Inovação, que organizou a etapa regional do evento realizada em Florianópolis.

Startups de SC conhecem ecossistema inovador do Vale do Silício

José Hamilton, de 37 anos, é sócio de uma das startups selecionadas. O médico psiquiatra se associou a Diego Dotta, 33 anos, e juntos fundaram a Youper, uma plataforma digital para ajudar as pessoas a superarem a timidez.

A ideia surgiu dentro do próprio consultório, após clientes do médico pedirem soluções parecidas com a ferramenta. Sem encontrar nada semelhante no mercado, Hamilton decidiu que valia a pena inventá-la. Hoje são cerca de mil usuários utilizando em uma “fase teste.”

— A gente está em um momento de pré-lançamento, então a gente tem divulgado muito pouco. O lançamento oficial deve ser em fevereiro e é nesse momento que a gente vai deixar ele em mais evidência no mercado — explica.

Posição das escolhidas em Florianópolis no ranking nacional

7ª – Meerkat (RS) – http://www.meerkat.com.br

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A startup é especializada em pesquisa e desenvolvimento de soluções inteligentes em visão computacional. Atua também com análise de imagem para automação de processos industriais, como ferramentas de reconhecimento facial, contagem de pessoas e identificação de placas de automóvel.

13ª – Dunning (SC) – http://www.dunning.com.br

Foto: Reprodução / Site empresarial

Desenvolveu um software de gestão de recebíveis, buscando tornar mais simples o acompanhamento das cobranças das empresas. Oferece acesso online a relatórios gerenciais, estratégias de cobrança e recebimentos de clientes inadimplentes de maneira segura. Promete reduzir o risco de inadimplência por parte dos clientes.

37ª – Soluz Energia (SC) – http://soluzenergia.com

Foto: Reprodução / Site empresarial

Produz placas solares para geração de energia limpa. Uma das inovações inventadas pela startup é uma placa híbrida que, diretamente integrada no telhado ou em uma parede, permite a passagem da luz natural ao mesmo tempo em que gera energia solar.

50ª – Youper (SC) – http://www.youper.co

Foto: Reprodução / Site empresarial

Plataforma digital para superar a timidez e a fobia social. Estimula a pessoa a desenvolver habilidades, adotar novos comportamentos e superar problemas emocionais de forma envolvente e acessível, a partir de técnicas e ferramentas embasadas em estudo médicos científicos.

65ª – PROSUMIR (RS) – http://www.prosumir.com.br

Foto: Reprodução / Site empresarial

Atua no setor de aproveitamento energético, oferecendo soluções com equipamentos inovadores para geração de energia, cogeração e eficiência energética. Utilizando o desperdício de calor como lente de análise, mapeia processos industriais, comerciais e residenciais em busca de soluções mais economicamente atrativas.

75ª – Opifex (SC) – http://www.opifextec.com

Foto: Reprodução / Site empresarial

Desenvolveu um aparelho que capta e uma plataforma que apresenta estatísticas e métricas para o mundo do surfe. Entre eles: velocidade, distância percorrida, tempo na onda, tempo de permanência aérea em manobras, força G, direção e posicionamento espacial, além da temperatura da água.

82ª – Litma (SC) – http://www.litma.com.br

Foto: Reprodução / Site empresarial

A startup criou um sistema automático de captura de fotos de alta resolução para rastreabilidade, registro e controle de qualidade em linhas de produção de indústrias. A ideia é aumentar a capacidade de acompanhamento dos processos da empresa, melhorando a eficiência e cortando custos com acidentes e desperdícios.

83ª – Dr. CUCO (SC) – http://www.drcuco.com.br

Foto: Reprodução / Site empresarial

Aplicativo que converte prescrição medicamentosa em lembretes para a emissão de alertas. Aquela receita do médico acaba se tornando, com o app, um plano de tratamento, com lembretes para que você não esqueça de tomar o medicamento certo na hora adequada. A ideia é que, ao seguir as orientações, a pessoa também possa ganhar descontos em medicamentos.

87ª – Instituto Gatti (SC)

Foto: Ulisses Job / Agencia RBS

Desenvolve tecnologias para biomedicina em saúde animal, tendo como primeira linha de desenvolvimento equipamentos para a biotécnica de inseminação artificial, com ferramentas que aumentam a qualidade biológica e reduzem a mortalidade de células espermáticas. Pode ser utilizado na criação de bovinos e suínos, aumento os resultados comerciais dos rebanhos.

91ª – Outclass (SC) – http://www.outclassapp.com

Foto: Reprodução / Site empresarial

Aplicativo mobile que conecta estudantes, pais, professores e instituições de ensino fornecendo as informações da vida acadêmica do aluno por smartphone. Integrado ao sistema utilizado pelas escolas, permite a consulta das notas de qualquer lugar — basta ter acesso à internet. Ajuda também a lembrar datas de provas e controlar faltas, entre outras funções.

Fonte: Diário

http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2016/01/oito-startups-catarinenses-estao-entre-as100-mais-atraentes-para-as-grandes-empresas-do-pais-4954416.html

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Em 2015, 1.383 alunos concluíram cursos do Geração TEC

O programa do Governo do Estado que oferece formação profissional para jovens e adultos na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) formou 1.383 pessoas em 2015, 9,8 % a mais que no ano anterior. Foram 49 turmas realizadas em 16 cidades catarinenses. “Os cursos oferecidos são gratuitos e de curta duração. Os concluintes são encaminhados para vagas no setor, apontadas pelas empresas de tecnologia”, explica o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Carlos Chiodini.

De acordo com Chiodini, desde a criação do programa foram entregues 6.030 certificações, em 247 turmas, realizadas em 21 municípios. “As capacitações são preparadas com base no mapeamento feito no início de cada ano. Em 2015, as 190 empresas participantes indicaram a necessidade de 1.535 profissionais”, revela.

O projeto oferece cursos gratuitamente para jovens acima de 17 anos, com ensino médio completo ou que estejam cursando o último ano. Foram desenvolvidos cursos em formação profissional como Suporte/Help Desk, PHP, Java WEB, JavaScript, Marketing Digital, .NET, Redes Sociais, de Gestão Empresarial e de Formação para microempreendedores individuais (MEIs).

O Geração TEC é uma parceria da SDS com entidades do setor de TIC, Instituto Internacional de Inovação (i3) e Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

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Setor de TI em Santa Catarina cresce o dobro da média nacional

O setor de tecnologia de Santa Catarina cresceu 15% em 2015, segundo estimativa da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate).

É um bom número. A estimativa do IDC para o mercado brasileiro como um todo era alta de 7,3%, totalizando US$ 64,3 bilhões

Os números ficam melhores ainda se comparados ao desempenho como um todo em 2015. Os números oficiais ainda não saíram, mas as previsões (atualizadas constantemente para baixo) falam em queda de 3,70%.

De novo, nessa ocasião Santa Catarina como um todo está acima da média. Em agosto, a Secretaria da Fazenda do estado previa crescimento de 1,5% na economia em 2015.

A participação catarinense no PIB brasileiro é próxima de 6%, mesmo com 3,3% da população brasileira e 1,12% do território.

Na visão da Acate, o resultado positivo em 2015 foi puxado pelo alto crescimento de setores de TI, como softwares para serviço (SaaS), computação em nuvem, marketing digital big data, fintech (tecnologia para finanças) e inovações nas áreas de saúde e agronegócios.

“Várias empresas ligadas a esses segmentos registraram um grande avanço neste ano, mais em função da inovação gerada do que pelas condições macroeconômicas do país”, reflete Guilherme Bernard, presidente da Acate.

As condições são favoráveis para o empreendedorismo na área tecnológica.

Florianópolis ficou em segundo lugar como o município mais empreendedor do país (atrás apenas de São Paulo) em pesquisa feita pela Endeavor, devido a quesitos como inovação e capital humano.

O mesmo levantamento colocou Joinville em nono lugar (à frente de capitais como Rio de Janeiro) e Blumenau na vigésima colocação.

Na capital catarinense, a entidade inaugurou neste ano o Centro de Inovação Acate Primavera: o espaço concentra dezenas de empresas de tecnologia e serviços e, em menos de 10 meses, recebeu mais de 3,5 mil pessoas e 216 empresas associadas em 32 eventos ligados a TI e inovação.

Alguns destes eventos ajudaram a consolidar programas de internacionalização a mercados como Estados Unidos, Europa e Oriente Médio e a “treinar” startups que participaram de feiras de negócios e rodadas de investimentos no Vale do Silício.

 

Fonte: Portal Baguete