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Como se sair bem na hora da entrevista de emprego

A entrevista é uma etapa muito importante para quem procura um novo emprego. É normal que a ansiedade tome conta já que são minutos decisivos para impressionar o recrutador.

O portal da revista Exame preparou sete dicas fundamentais para sentir mais segurança e ter melhor desempenho na entrevista de emprego. Entre elas estão o organização do currículo, pesquisa sobre o ambiente de trabalho, estruturação da conversa, objetividade e treinamento.

Confira aqui a lista completa.

 

Você se interessa pela mercado de TIC e quer melhorar seu currículo? Então inscreva-se no Geração TEC.

Informações e inscrições aqui.  

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Programa Geração TEC e IEL/SC firmam parceria

O Governo do Estado e o Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina (IEL/SC) trabalharão em conjunto para facilitar o ingresso dos alunos do Geração TEC no mercado de trabalho. O IEL/SC atuará na gestão de estágio não obrigatório e supervisionado do programa do Governo do Estado, que capacita jovens e adultos para o setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC).

A parceria entre o Geração TEC e o IEL/SC tem como objetivo principal inserir os alunos nas empresas e polos tecnológicos do Estado, para que eles tenham embasamento prático e conheçam o dia-a-dia do setor de tecnologia.

O estágio deve iniciar a partir do segundo mês de curso e não poderá ultrapassar dois meses após o término das aulas. As atividades, duração, frequência e remuneração do estágio serão acordados entre o estagiário e a empresa, conforme o Termo de Contrato de Estágio (TCE).

“Vemos nesta parceria além da oportunidade de aprimoramento e fixação dos conhecimentos teóricos, a perspectiva de inserção do aluno no mundo do trabalho”, destaca a coordenadora do programa e diretora de administração da Fapesc, Alba Schlichting.

O Geração TEC formará uma nova geração de profissionais e empreendedores para trabalhar com tecnologia e inovação em Santa Catarina. Jovens e adultos a partir de 17 anos, com no mínimo o ensino médio completo ou cursando o último ano, e que não estejam empregados em atividades relacionadas à programação, podem se inscrever. É necessário conhecimento de lógica, inglês e boa fundamentação em matemática. Para participar, é preciso fazer a inscrição pelo site e ser aprovado no processo seletivo.  As fases de seleção são definidas de acordo com as peculiaridades de cada curso e da cidade atendida pelo programa.

Mais informações e inscrições pelo site www.geracaotec.sc.gov.br

 

 

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Conheça cinco estratégias para ter um bom networking

Faz parte da essência do ser humano buscar relações interpessoais e ter bons relacionamentos que possam trazer benefícios mútuos. Um deles é o networking, que é formado por uma rede de contatos ao longo da carreira profissional, que estabelece laços de respeito e confiança entre as pessoas.

Veja as cinco dicas do site Terra para formar e manter um bom networking.

Dados da consultoria de recursos humanos DBM, apontam que 70% das vagas preenchidas no mercado de trabalho são resultado de indicações.

O Geração TEC é um meio de aumentar sua rede de contatos profissionais e abrir portas para o mercado de trabalho. Aproveite e faça sua inscrição aqui!

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Mapeamento aponta necessidade de mais de 2,4 mil profissionais em TIC

O Geração TEC, programa do Governo do Estado para capacitação de jovens e adultos no setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC), apresentou o resultado do mapeamento de vagas 2013, na última segunda-feira (22), em Florianópolis. “O setor de tecnologia representará um dos principais alicerces da nova economia que estamos introduzindo no Estado”, avaliou o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Paulo Bornhausen.

A reunião contou a presença de empresas de setor de tecnologia e instituições de ensino, que ajudaram na formatação dos cursos, número de turmas, horário das aulas, carga horária e ementa. “O Governo do Estado e as instituições parceiras levarão o programa Geração TEC há mais de dez cidades neste ano, gerando oportunidades e promovendo o setor de tecnologia em todas as regiões catarinenses”, explica o secretário Bornhausen.

Dados do mapeamento indicam que, em Santa Catarina, há um número significativo de vagas abertas no setor de TIC, porém, há uma grande demanda por profissionais capacitados para ocupá-las. O levantamento inicial apontou para uma necessidade de mais de 2,4 mil profissionais neste ano. Para conhecer essa demanda, o Geração TEC mapeou 12 cidades do Estado, durante dois meses.

Na Grande Florianópolis, 64 empresas participaram do mapeamento, as quais indicaram a demanda total de 696 vagas, sendo 199 atuais e 497 para os próximos 12 meses. A previsão é de que até início de maio as inscrições para o processo seletivo sejam abertas.

Para o presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), Guilherme Bernard, trata-se de uma das iniciativas mais importantes para a formação de recursos humanos no Brasil. “O sucesso das edições anteriores do programa demonstra a necessidade de seguir investindo no desenvolvimento de profissionais qualificados, alavancando a competitividade e a capacidade de inovação das empresas catarinenses”, destaca.

Programa

O Geração TEC é um programa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), realizado por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e do Instituto Internacional de Inovação (i3), em parceria com a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate).

Lançado em 2011, já capacitou e formou 2.092 pessoas em 12 cidades de Santa Catarina. Para 2013, o Governo do Estado garantiu R$ 3,5 milhões em recursos para a execução do programa, que pretende formar 5 mil pessoas até 2014.

Podem participar jovens e adultos a partir de 17 anos, que estejam cursando o último ano do ensino médio ou ter concluído, ter conhecimento básico em informática e em raciocínio lógico e não estar empregado em atividades relacionadas à TIC.

 

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Geração TEC apresenta resultados do mapeamento de vagas 2013

A equipe do Geração TEC, programa do Governo do Estado para capacitação de jovens e adultos no setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC), retornará aos municípios que participaram do mapeamento de vagas, com objetivo de apresentar resultados e planejar os cursos. As reuniões serão realizadas entre os dias 11 e 22 de abril, nas nove primeiras cidades a terem os dados compilados: Itajaí; Blumenau; Joinville; São Bento do Sul; Chapecó; Lages; Tubarão; Criciúma e Florianópolis.

Além de apresentar os resultados do mapeamento de vagas feito em 2013 junto às empresas destes municípios, será definida a formatação dos cursos, número de turmas, horário das aulas, carga horária, ementa e instituição executora em cada cidade.

O Geração TEC é um programa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), realizado por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e do Instituto Internacional de Inovação (i3), em parceria com a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate). Lançado em 2011, já capacitou e formou 2092 pessoas em 12 cidades de Santa Catarina.

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Brasil tem dificuldade para encontrar profissionais de tecnologia

O crescimento do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) aumentou a demanda de profissionais da área, porém, mesmo com o mercado aquecido, ainda falta oferta de pessoas qualificadas no país.

Estudo aponta que o Brasil é o segundo na América Latina com maior dificuldade para encontrar candidatos tecnicamente qualificados para a área de tecnologia, ficando atrás apenas do México. A previsão é de que em 2015 a lacuna por profissionais capacitados em TIC exceda 32% da oferta.

A reportagem do site InfoMoney traz mais detalhes sobre o assunto.

Em Santa Catarina, uma ação do Governo do Estado incentiva o setor: o programa Geração TEC. Desenvolvido pelo Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, o programa capacita jovens e adultos gratuitamente para o setor de TIC.

Para garantir que o currículo dos cursos seja diferenciado, a equipe do Geração TEC está mapeando as regiões do Estado e levantando a demanda atual de vagas para o setor. É importante que as empresas preencham o formulário, indiquem quantas vagas em aberto possui e em qual área, pois o resultado desta fase preliminar irá nortear as ofertas de cursos de capacitação do Geração TEC para o primeiro semestre de 2013.

Se você é um empresário do setor de TIC e ainda não preencheu o formulário do mapeamento, pode fazer clicando aqui.

 

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Como decolar na carreira de TI

Foi-se o tempo em que o profissional de TI ficava imerso em códigos e algoritmos, com os olhos fixos na tela, sem que a interação com colegas de trabalho fosse o seu forte durante o expediente.

Dominar as linguagens de programação não é mais o bastante para a carreira deslanchar. As empresas querem e contratam quem vai além deste perfil técnico. Por isso novas habilidades entram para o currículo de quem é destaque nos processos seletivos.

Exame.com consultou dois especialistas que atuam no mercado de TI para saber quais são as competências mais valorizadas por eles na hora de bater o martelo sobre uma contratação. Confira quais as dicas que eles deram para aumentar as chances da carreira em TI decolar:

1 Entenda o negócio

“Parece básico, mas tem sido um diferencial para profissionais de TI”, diz Odair Marcondes, diretor de serviços da CAS Tecnologia, empresa especializada em soluções de automação, armazenamento e leitura de dados.

Conhecer o mercado em que está inserida a empresa, como ela atua, qual é o seu produto é condição fundamental para que o profissional de TI tenha uma visão mais ampla dos negócios, de acordo com Marcondes. “Essa habilidade agrega valor interessante e diminui o tempo de desenvolvimento das soluções de TI”, diz.

“Na parte de negócios são poucos que se destacam, falta aos profissionais essa capacidade de abrir a visão dos negócios”, diz Paulo Kulikovsky, vice-presidente da Certisign, que atua com certificação digital no país. “É importante saber em que mercado está inserido o produto, não apenas codificar dados”, concorda Marcondes.

2 Tenha a visão voltada pra o cliente

De nada adianta desenvolver a mais eficiente e sofisticada das ferramentas se o cliente não vai conseguir trabalhar de forma fácil.
Por isso, na opinião de Kulikovsky, o olhar do profissional de TI deve ir muito além muito dos códigos que aparecem na sua tela.

“É preciso entender o outro lado da história, pensar no cliente, olhar pelo lado dele”, diz o vice-presidente da Certisign. A proximidade é importante para que o profissional de TI consiga sugerir soluções que atendam às especificidades de cada cliente.

3 Trabalhe em equipe

Ficar restrito à mesa – sem olhar muito para o lado – é um estereótipo antigo comumente usado na definição dos profissionais de TI. Hoje em dia, postura nessa linha passou a ser um limitador de carreira. “Não há mais espaço para um profissional que, em tese, acha que está tudo certo se ele está fazendo a parte dele”, diz Marcondes.

Apostar na interação com os colegas do mesmo e de outros é uma qualidade muito valorizada. “O trabalho em equipe é importante para que o profissional saiba o que deve fazer para que a engrenagem gere o menor ruído possível”, diz Marcondes.

4 Aposte na sua capacidade de comunicação e negociação

Vender uma ideia, sugerir, propor e negociar soluções exige do profissional de TI um investimento na sua capacidade de comunicação.
Afinal traduzir a linguagem técnica para quem é leigo não é tarefa das mais simples. “Para isso é essencial conseguir se expressar bem”, diz Kulikovsky.

Do contrário, explica o vice-presidente da Certisign, fica difícil mostrar as pessoas o que foi gerado de valor. “É preciso fazer apresentações ao vivo, redigir relatórios, emails”, lembra Kulikovsky.

5 Complete os ciclos nas empresas

“Aqui analisamos currículo de uma pessoa que, em dois anos, passou por cinco empresas. Nesses casos a gente já descarta esse profissional”, diz Marcondes.De acordo com ele, a movimentação intensa de carreira (sem muito critério de escolha das empresas) é prejudicial para a qualidade do trabalho .

“O pior é o profissional que pula de um trabalho para outro, porque se ele não fica muito tempo na empresa não consegue agregar valor com a experiência do negócio”, diz Marcondes. Ele lembra que é mais fácil aprender uma linguagem nova de programação do que se inserir em um negócio.

 

Exame – 29/01/2013

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3 habilidades raras no mercado de TI

Para se destacar, profissionais da tecnologia da informação precisam ter mais do que apenas conhecimento técnico

 

Com o mercado de tecnologia da informação aquecido, recrutadores estão perdendo o sono para encontrar profissionais. “Muita gente fala em apagão de talentos e no setor TI isso é bem claro”, diz Henrique Gamba, gerente da expertise de tecnologia da informação da Hays em São Paulo.

A maior dificuldade é preencher as vagas das empresas que não são de TI. “São as empresas que tem uma estrutura enxuta de TI, com profissionais para apoio interno”, explica ele.

Para se dar bem nesse setor, não basta ter um perfil técnico invejável. Segundo Gamba, a exigência das empresas já ultrapassa a barreira técnica. “Verificamos diferença de expectativa e falta de requisitos específicos, como domínio de inglês, nos profissionais acostumados a trabalhar para consultorias especializadas”, diz Gamba.

De acordo com ele, são três as habilidades que estão mais em falta no mercado de tecnologia da informação voltado para as empresas fora do setor de TI, que buscam profissionais para apoio interno.

 

Negociação

As empresas procuram profissionais TI que estejam próximos de seus clientes que sugiram e negociem soluções. “Aquele profissional reativo, que fica sentado na mesa esperando o problema aparecer para resolver, está perdendo espaço”, diz Gamba.

A profissionalização das empresas, o aumento de fusões e aquisições dos últimos anos, a incorporação de novas tecnologias e, principalmente, o entendimento de TI como uma área estratégica do negócio estão levando inúmeras empresas a implementar novas ações e ampliar ou elevar a qualificação de suas áreas de tecnologia da informação. “As áreas de TI das empresas estão ficando cada vez mais maduras”, diz Gamba.

 

Comunicação

Se é preciso saber negociar, é certo que a capacidade de comunicação é também um fator importante para o profissional de TI que quer se destacar. “As empresas não querem o profissional de TI que fica fechado no seu mundo”.

Também nesse contexto, o domínio do inglês tem sido decisivo na contratação dos profissionais. “Essa é a parte mais difícil. O inglês é o que mais elimina candidatos nas etapas de seleção”, diz Gamba.

 

Visão de Negócio

Sai na frente o profissional com perfil dinâmico, que procura entender o negócio e o mercado no qual se insere. As empresas buscam pessoas capazes de utilizar o seu conhecimento técnico para alavancar o faturamento.

“É aquele cara que vai atrás e que tem uma visão estratégica de negócio que se preocupa com o que está acontecendo ao seu redor”, explica Gamba.

 

Exame – 15/10/2012

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