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Setor de tecnologia deve gerar 1,5 mil vagas em SC

Pelo menos 1.535 postos de trabalho devem ser gerados até o final deste ano pelo setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC) em Santa Catarina. Destes, mais de 600 estão abertos e ao menos 908 devem ser gerados nos próximos meses. A estimativa vem do mapeamento de TIC para 2015, um levantamento realizado pelo programa Geração TEC, promovido pelo governo catarinense.

O mapeamento contou com a participação de 190 empresas do setor no Estado no primeiro trimestre. Nos resultados, destacam-se as cidades com maior número de oportunidades abertas e também previstas para o ano. A maior quantidade de vagas está em Florianópolis (355), Joinville (313) e Blumenau (252). Nas posições seguintes figuram Rio do Sul (120), Lages (96), Criciúma (91) e Tubarão (81).

Estas cidades deverão oferecer capacitações do Geração TEC, incluindo Brusque, Chapecó e São Miguel do Oeste. De acordo com a coordenadora operacional do programa, Jeritza de Souza, os resultados enviados pelas empresas já estão sendo trabalhados para que o maior número possível de vagas demandadas seja suprido em 2015. “Estamos em fase de seleção de instituições de ensino para que sejam abertos processos seletivos de cursos de formação profissional em 10 cidades catarinenses. Serão cerca de 20 turmas e as oportunidades devem abrir a partir da próxima quinzena.”

Segundo o presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), Guilherme Bernard, o levantamento é importante para que as empresas reconheçam áreas mais carentes de profissionais qualificados. “Os números refletem a força e o potencial de crescimento do setor tecnológico catarinense, mesmo em um contexto de dificuldade econômica como o que o país enfrenta atualmente. O mapeamento nos faz, ainda, vislumbrar onde estão as lacunas da demanda por profissionais e ajuda a identificar áreas que necessitam de mais investimentos em qualificação.”

Em quatro cidades pesquisadas, a previsão de geração de novas vagas até o final do ano deve representar quase o dobro das oportunidades oferecidas hoje. É o caso de Lages, que prevê 184% mais admissões; Joinville, com acréscimo de 155%; Brusque, 95% e Florianópolis, 77%.

O Secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Carlos Chiodini, afirma que “Estas informações ajudarão a montar a grade de cursos do programa, que visa formar profissionais capacitados para atenderem as necessidades das empresas catarinenses.”

A estimativa da Acate prevê um crescimento da ordem de 20% para o setor em 2015. O Geração TEC já realizou 4.571 capacitações em todas as regiões de Santa Catarina. O programa é executado pelo Instituto Internacional de Inovação (i3), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e entidades de TIC parceiras.

 

Economia SC – 07/04/2015

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TI está entre as dez carreiras de nível superior com maior expansão de vagas no Brasil

Osetor de  TI aparece como uma das 10 carreiras de nível superior com maior expansão de vagas no Brasil, segundo pesquisa Radar – Tecnologia, Produção e Comércio Exterior, divulgado em julho de 2013 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

No período de janeiro de 2009 a dezembro de 2012 foram criadas 49.535 vagas para o setor de tecnologia da informação. De cada cem novas vagas de nível superior, 16 surgiram nessa área.

O levantamento ainda constatou que profissionais de TI são requisitados principalmente nos estados da região Sul e em São Paulo.

Confira aqui o estudo completo

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Estudo analisa cenário da Tecnologia da Informação no País

A falta de mão de obra é um dos entraves para o crescimento da área de TI no Brasil

A área da Tecnologia da Informação está cada vez mais se destacando no Brasil. Um estudo analisou o cenário da área no País. O levantamento foi realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e pela Brasil IT+, encomendado para Economist Intelligence Unit (EIU). De acordo com o estudo, uma das barreiras para a evolução da Tecnologia da Informação é a falta de mão de obra.

Por isso, o levantamento recomenda o investimento em universidades privadas, já que nas universidades públicas isso acontece com mais evidência, pois 90% dos artigos acadêmicos são produzidos nestes espaços e 75% dos pesquisadores estão nas universidades públicas. Mas há um volume alto de estudantes em instituições privadas, por isso é preciso investir em inovação.

Um dos resultados positivos que o estudo trouxe é de que o Brasil é líder global em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Apesar disso ainda está abaixo da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para reforçar a participação do setor privado é preciso investir mais, pois somente 46% do desenvolvimento em P&D é deste setor. Em países como a Coréia do Sul o percentual chega a 70%. Quanto à capacidade de inovação, o Brasil está em 31º dos 144 países.

A economia brasileira, que vem se fortalecendo a cada ano, também foi apontada no estudo com um dos pontos positivos para o País. O real está cada vez mais forte, diversas fontes de financiamento estão surgindo, o acesso ao capital aumentou, os custos e juros estão diminuindo. Com isso, muitas empresas globais estão investindo no Brasil. Em 2010, a IBM abriu duas instalações de P&D, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo. O Centro de Investigação e Inovação (CISB) foi criado no ano seguinte com um investimento inicial de US$ 50 milhões e trouxe junto mais de 40 parceiros do setor público, acadêmico e da indústria. Tudo isso somado às políticas de incentivo do Governo Federal como o TI Maior. O Brasil está hoje em quinto lugar no mercado de TI no mundo.

 

Sebrae

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