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Setor de TIC deve abrir mais de duas mil vagas de trabalho em SC

Um mercado que não pára de crescer, mas ao mesmo tempo sente a falta de mão de obra qualificada

Santa Catarina está entre os cinco estados brasileiros que mais investiu em tecnologia no ano passado e o setor cresce a passos largos. Diante disso, as empresas estão contratando muitos profissionais, porém, a qualificação da mão de obra é um desafio para o desenvolvimento do setor no Estado.

Dados de um mapeamento realizado pelo Programa Geração TEC indicam que Santa Catarina vai precisar de cerca de 2,4 mil profissionais só este ano. A pesquisa foi feita em 12 cidades durante dois meses.

Só na Grande Florianópolis há uma demanda inicial de 696 vagas, sendo 199 para contratação imediata e 497 para os próximos 12 meses. De acordo com a Associação Catarinense Empresas Tecnologia (ACATE), até 2015 mais de 11 mil vagas de emprego no setor poderão ser abertas em todo Estado. Mas esses profissionais precisam estar preparados para conseguir ingressar no mercado de trabalho.

O Geração TEC, do Governo do Estado, foi criado para capacitação de jovens e adultos no setor de tecnologia, e pode ajudar os empresários do setor a descobrir novos talentos na área.

Lançado em 2011 o programa já formou mais de 2 mil pessoas em 12 cidades. Este ano, o Governo do Estado garantiu 3,5 milhões em recursos para a continuação do Geração TEC, que até 2014 pretende formar 5 mil pessoas.

As inscrições para o processo seletivo no Programa Geração TEC já estão abertas para seis cidades do estado até o dia 11 de junho. Podem participar jovens e adultos a partir de 17 anos. Mais informações através do site www.geracaotec.sc.gov.br.

 

Band – 22/05/2013

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Brasil tem dificuldade para encontrar profissionais de tecnologia

O crescimento do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) aumentou a demanda de profissionais da área, porém, mesmo com o mercado aquecido, ainda falta oferta de pessoas qualificadas no país.

Estudo aponta que o Brasil é o segundo na América Latina com maior dificuldade para encontrar candidatos tecnicamente qualificados para a área de tecnologia, ficando atrás apenas do México. A previsão é de que em 2015 a lacuna por profissionais capacitados em TIC exceda 32% da oferta.

A reportagem do site InfoMoney traz mais detalhes sobre o assunto.

Em Santa Catarina, uma ação do Governo do Estado incentiva o setor: o programa Geração TEC. Desenvolvido pelo Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, o programa capacita jovens e adultos gratuitamente para o setor de TIC.

Para garantir que o currículo dos cursos seja diferenciado, a equipe do Geração TEC está mapeando as regiões do Estado e levantando a demanda atual de vagas para o setor. É importante que as empresas preencham o formulário, indiquem quantas vagas em aberto possui e em qual área, pois o resultado desta fase preliminar irá nortear as ofertas de cursos de capacitação do Geração TEC para o primeiro semestre de 2013.

Se você é um empresário do setor de TIC e ainda não preencheu o formulário do mapeamento, pode fazer clicando aqui.

 

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Estudo analisa cenário da Tecnologia da Informação no País

A falta de mão de obra é um dos entraves para o crescimento da área de TI no Brasil

A área da Tecnologia da Informação está cada vez mais se destacando no Brasil. Um estudo analisou o cenário da área no País. O levantamento foi realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e pela Brasil IT+, encomendado para Economist Intelligence Unit (EIU). De acordo com o estudo, uma das barreiras para a evolução da Tecnologia da Informação é a falta de mão de obra.

Por isso, o levantamento recomenda o investimento em universidades privadas, já que nas universidades públicas isso acontece com mais evidência, pois 90% dos artigos acadêmicos são produzidos nestes espaços e 75% dos pesquisadores estão nas universidades públicas. Mas há um volume alto de estudantes em instituições privadas, por isso é preciso investir em inovação.

Um dos resultados positivos que o estudo trouxe é de que o Brasil é líder global em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Apesar disso ainda está abaixo da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para reforçar a participação do setor privado é preciso investir mais, pois somente 46% do desenvolvimento em P&D é deste setor. Em países como a Coréia do Sul o percentual chega a 70%. Quanto à capacidade de inovação, o Brasil está em 31º dos 144 países.

A economia brasileira, que vem se fortalecendo a cada ano, também foi apontada no estudo com um dos pontos positivos para o País. O real está cada vez mais forte, diversas fontes de financiamento estão surgindo, o acesso ao capital aumentou, os custos e juros estão diminuindo. Com isso, muitas empresas globais estão investindo no Brasil. Em 2010, a IBM abriu duas instalações de P&D, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo. O Centro de Investigação e Inovação (CISB) foi criado no ano seguinte com um investimento inicial de US$ 50 milhões e trouxe junto mais de 40 parceiros do setor público, acadêmico e da indústria. Tudo isso somado às políticas de incentivo do Governo Federal como o TI Maior. O Brasil está hoje em quinto lugar no mercado de TI no mundo.

 

Sebrae

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Tecnologia de Florianópolis chega ao primeiro bilhão

Neste ano, o faturamento do polo tecnológico deve alcançar dez dígitos

 

No mês passado, a Pixeon, empresa de software para a área de saúde, com sede em Florianópolis, anunciou uma fusão com a Medical Systems, de São Bernardo do Campo (SP). Atualmente, o gaúcho Fernando Peixoto, ex-presidente da Pixeon e atual diretor de pesquisa e desenvolvimento da nova empresa, estuda como vai ser a integração das equipes.

“Dois terços do pessoal de São Bernardo estaria disposto a vir para Florianópolis, mas só um terço do pessoal daqui mudaria para São Bernardo, e só com algum incentivo”, disse Peixoto. Ele mesmo definiu, como uma das condições da fusão, continuar em Floripa.

Esse parece ser um dos segredos do sucesso do polo de tecnologia de Florianópolis: a atração de pessoas de várias partes do País, que montam suas empresas ao redor de um centro de excelência que é a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A cidade nem sempre tem a visibilidade de outros polos, como Campinas e Recife, mas já conta com uma história de décadas e, neste ano, deve ultrapassar R$ 1 bilhão em faturamento.

Falta pouco

No ano passado, o polo tecnológico de Florianópolis faturou R$ 958 milhões e, se manter o crescimento médio de 16% dos últimos anos, vai chegar aos 10 dígitos. Segundo dados da prefeitura, no ano passado eram 489 empresas ativas de software e serviços e 71 de hardware. A cidade é muitas vezes chamada de “capital do turismo”, mas já faz alguns anos que o setor de tecnologia da informação ultrapassou as atividades turísticas como a principal fonte de negócios para Florianópolis.

O polo começou a se estruturar em 1984, com a criação do Centro Regional de Tecnologia em Informática (Certi), a partir do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC. O objetivo era ajudar empresas a desenvolver produtos de alta tecnologia. Posteriormente, o centro foi renomeado Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras, mantendo a mesma sigla. “No começo, trabalhávamos mais para São Paulo, para empresas como Metal Leve, Cofap e Volkswagen”, afirmou Carlos Alberto Schneider, superintendente geral da Certi. “Não existia cliente aqui.”

Para ajudar a resolver esse problema, a Certi criou em 1986 a Incubadora Empresarial Tecnológica (IET), que depois passou a se chamar Centro Empresarial para Laboração de Tecnologias Avançadas (Celta). A Chaordic Systems é uma das 30 empresas incubadas no Celta. Ela oferece, a varejistas virtuais, um sistema de recomendação de produtos para consumidores. Entre seus clientes estão a Saraiva e a Nova Pontocom. “Florianópolis tem uma comunidade boa e empreendedora”, afirmou Anderson Nielson, diretor de Gestão de Pessoas da Chaordic. Ele é de Joinville. “A diversidade cultural contribui muito para criar empresas novas em Florianópolis.”

Pessoas

Um estudo feito ano passado pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate) mostrou que cerca de 10 mil pessoas trabalhavam no setor de tecnologia da informação e comunicação em Santa Catarina, sendo que 36% estavam em Florianópolis. O estudo ouviu 354 empresas, que tinham 2,2 mil vagas em aberto, paracontratação imediata. Para este ano, a previsão era de 5,7 mil vagas em aberto.

“Hoje o maior problema é a falta de mão de obra”, afirmou Guilherme Stark, presidente da Acate. Stark é sócio fundador da Reason Tecnologia. Fundada em 1991, a empresa fabrica equipamentos para o setor elétrico.

A reclamação de falta de mão de obra é comum em outros polos de tecnologia brasileiros, como Campinas (SP) e Recife. Em parceria com a Acate, o governo de Santa Catarina criou um programa de treinamento de jovens chamado Geração Tec, que tem como objetivo formar 1.150 pessoas neste ano. “Até 2014, queremos formar 5 mil pessoas”, afirmou Paulo Bornhausen, secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável de Santa Catarina.

Especializada em sistemas de gestão, a Softplan/Poligraph é uma das maiores empresas do polo de Santa Catarina. Criada em 1990, a Softplan emprega 1,1 mil pessoas, e tem expectativa de faturar R$ 150 milhões este ano, um crescimento de 30% sobre 2011. “Uma das causas do desenvolvimento do setor de software em Florianópolis é a situação geográfica”, disse Moacir Antônio Marafon, diretor e um dos fundadores da Softplan. “Não podem se instalar na ilha indústrias que causam impacto ambiental.”

Marcelo Amorim atua como investidor anjo. Sua empresa, a Jacard Investimentos, é uma das sócias da Axado, que permite comparar preços de frete. Amorim mudou-se de São Paulo para Florianópolis em 2004. “O nível do polo é muito alto, mas não se vende essa história bem vendida”, disse. “No Brasil, a única comparação é com Campinas.”

 

Economia e Negócios – 23/09/2012

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Profissionais de TI, a bola da vez no Brasil

É difícil acompanhar os avanços da tecnologia, e ainda mais complicado é viver sem ela. Tanto no trabalho quanto na vida pessoal ela se torna indispensável para a realização de tarefas. Por trás de tudo isso estão os profissionais de TI, trabalhando para a criação de novas ferramentas e garantindo que tudo funcione conforme o esperado.

“A tecnologia está presente em todos os setores da economia moderna. Isso vem colaborando para o crescimento dos salários e para a maior penetração das empresas em diversas regiões do país”, afirma Sergio Sgobbi, diretor de educação e recursos humanos da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

O cenário é favorável para quem já atua nesta área ou pretende ingressar no setor de tecnologia da informação no Brasil. Em pesquisa da Catho Online, serviço que reúne ofertas de empregos e currículos, revela que, só no último ano, os salários de TI no Brasil cresceram em média 10,78% – 60% acima da inflação. Em algumas especialidades, como programação, a alta chega a impressionantes 38%.

Com o avanço rápido do Brasil no setor, a escassez de bons profissionais é o maior problema. Estima-se que haja 115.000 vagas não preenchidas à espera de profissionais qualificados, e esse numero tende a aumentar. Por esta razão, empresas começam a entender a importância de valorizar mais seus profissionais.

 

Veja mais dados sobre a pesquisa e conheça as diferentes áreas de atuação da TI com a matéria: “Quer ganhar mais? Seja um craque em TI” do Portal da revista Info. 

Se você é da Grande Florianópolis, Tubarão, Criciúma ou Joinville temos uma boa notícia: O Geração TEC chegou a sua região! Aproveite esta oportunidade e entre para este mercado promissor de TI. Informação e inscrições: www.geracaotec.sc.gov.br