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Processo seletivo 2013

Geração TEC abre 670 vagas em SC

Com o intuito de capacitar jovens e adultos para o setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC), o Geração TEC, programa do Governo do Estado, abre processo seletivo para 23 turmas em seis cidades do Estado: Itajaí; Joinville; Chapecó; Tubarão; Criciúma e Florianópolis. Os interessados em participar podem se inscrever a partir de quarta-feira (15), às 14h, pelo site www.geracaotec.sc.gov.br, até 11 de junho, às 16h.

Os cursos do Geração TEC são gratuitos e duram cerca de quatro meses. Podem participar jovens e adultos a partir de 17 anos, que estejam cursando o último ano do ensino médio ou ter concluído, ter conhecimento básico em informática e em raciocínio lógico e não estar empregado em atividades relacionadas à TIC.

Para o secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Paulo Bornhausen, o Geração TEC forma profissionais para a nova economia catarinense. “Este programa acende em Santa Catarina o farol da inovação ao oferecer oportunidades aos jovens catarinenses e atender a necessidade de profissionais capacitados para atuarem no setor de tecnologia, que será a base da nova economia catarinense”, avalia Bornhausen.

Java, Power Builder, Delphi, Help Desk/Suporte, C++, .NET, PHP, Teste de Software, Montagem Eletrônica/Elétrica, Arte e Design Games e Programação Games são os cursos que serão ofertados, conforme a demanda por profissionais, de cada município. O levantamento inicial do mapeamento apontou para uma necessidade de mais de 2.4 mil profissionais neste ano. Para conhecer essa demanda, o Geração TEC mapeou 12 cidades do Estado, durante dois meses.

Os cursos têm previsão de início em junho, com turmas nos períodos matutino, vespertino, noturno e integral. No segundo semestre de 2013 serão abertos novos processos seletivos para as cidades de Florianópolis, Lages, Joinville, Blumenau e São Bento do Sul.

Para o presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), Guilherme Bernard, trata-se de uma das iniciativas mais importantes para a formação de recursos humanos no Brasil.

O Geração TEC é um programa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), realizado por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e do Instituto Internacional de Inovação (i3), em parceria com a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate) e instituições do setor de tecnologia das cidades atendidas.

Lançado em 2011, já capacitou e formou 2.092 pessoas em 12 cidades de Santa Catarina. Para 2013, o Governo do Estado garantiu R$ 3,5 milhões em recursos para a execução do programa, que pretende formar 5 mil pessoas até 2014.

CHAPECÓ
Suporte/Help Desk e Delphi – 50 vagas – Vespertino
Suporte/Help Desk – 25 vagas – Vespertino

CRICIÚMA
Java – 30 vagas – Matutino
Power Builder – 30 vagas – Matutino

GRANDE FLORIANÓPOLIS
Java – 60 vagas – Vespertino e noturno
Delphi – 30 vagas – Matutino
Teste de Software – 60 vagas – Integral e noturno
C++ – 30 vagas – Matutino
Montagem Eletrônica/Elétrica – 60 vagas – Matutino e Vespertino
Arte e Design Games – 40 vagas – Matutino e Vespertino
Programação Games – 40 vagas – Matutino e Vespertino

ITAJAÍ
.NET – 30 vagas – Vespertino
Suporte/Help Desk – 30 vagas – Noturno
Java – 30 vagas – Vespertino

JOINVILLE
C++ – 30 vagas – Noturno
PHP – 30 vagas – Noturno
Delphi – 30 vagas – Noturno

TUBARÃO
Suporte/Help Desk – 35 vagas – Matutino

Setor de Tecnologia

Geração TEC busca especializar jovens em tecnologia de informação

O diretor de Ciência Tecnologia e Inovação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, José Roberto Provesi, deu um panorama do mapeamento 2013 do Geração TEC.

O levantamento inicial apontou para uma necessidade de mais de 2,4 mil profissionais neste ano. Para conhecer essa demanda, o Geração TEC mapeou 12 cidades do Estado, durante dois meses.

Assista a entrevista:

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Como decolar na carreira de TI

Foi-se o tempo em que o profissional de TI ficava imerso em códigos e algoritmos, com os olhos fixos na tela, sem que a interação com colegas de trabalho fosse o seu forte durante o expediente.

Dominar as linguagens de programação não é mais o bastante para a carreira deslanchar. As empresas querem e contratam quem vai além deste perfil técnico. Por isso novas habilidades entram para o currículo de quem é destaque nos processos seletivos.

Exame.com consultou dois especialistas que atuam no mercado de TI para saber quais são as competências mais valorizadas por eles na hora de bater o martelo sobre uma contratação. Confira quais as dicas que eles deram para aumentar as chances da carreira em TI decolar:

1 Entenda o negócio

“Parece básico, mas tem sido um diferencial para profissionais de TI”, diz Odair Marcondes, diretor de serviços da CAS Tecnologia, empresa especializada em soluções de automação, armazenamento e leitura de dados.

Conhecer o mercado em que está inserida a empresa, como ela atua, qual é o seu produto é condição fundamental para que o profissional de TI tenha uma visão mais ampla dos negócios, de acordo com Marcondes. “Essa habilidade agrega valor interessante e diminui o tempo de desenvolvimento das soluções de TI”, diz.

“Na parte de negócios são poucos que se destacam, falta aos profissionais essa capacidade de abrir a visão dos negócios”, diz Paulo Kulikovsky, vice-presidente da Certisign, que atua com certificação digital no país. “É importante saber em que mercado está inserido o produto, não apenas codificar dados”, concorda Marcondes.

2 Tenha a visão voltada pra o cliente

De nada adianta desenvolver a mais eficiente e sofisticada das ferramentas se o cliente não vai conseguir trabalhar de forma fácil.
Por isso, na opinião de Kulikovsky, o olhar do profissional de TI deve ir muito além muito dos códigos que aparecem na sua tela.

“É preciso entender o outro lado da história, pensar no cliente, olhar pelo lado dele”, diz o vice-presidente da Certisign. A proximidade é importante para que o profissional de TI consiga sugerir soluções que atendam às especificidades de cada cliente.

3 Trabalhe em equipe

Ficar restrito à mesa – sem olhar muito para o lado – é um estereótipo antigo comumente usado na definição dos profissionais de TI. Hoje em dia, postura nessa linha passou a ser um limitador de carreira. “Não há mais espaço para um profissional que, em tese, acha que está tudo certo se ele está fazendo a parte dele”, diz Marcondes.

Apostar na interação com os colegas do mesmo e de outros é uma qualidade muito valorizada. “O trabalho em equipe é importante para que o profissional saiba o que deve fazer para que a engrenagem gere o menor ruído possível”, diz Marcondes.

4 Aposte na sua capacidade de comunicação e negociação

Vender uma ideia, sugerir, propor e negociar soluções exige do profissional de TI um investimento na sua capacidade de comunicação.
Afinal traduzir a linguagem técnica para quem é leigo não é tarefa das mais simples. “Para isso é essencial conseguir se expressar bem”, diz Kulikovsky.

Do contrário, explica o vice-presidente da Certisign, fica difícil mostrar as pessoas o que foi gerado de valor. “É preciso fazer apresentações ao vivo, redigir relatórios, emails”, lembra Kulikovsky.

5 Complete os ciclos nas empresas

“Aqui analisamos currículo de uma pessoa que, em dois anos, passou por cinco empresas. Nesses casos a gente já descarta esse profissional”, diz Marcondes.De acordo com ele, a movimentação intensa de carreira (sem muito critério de escolha das empresas) é prejudicial para a qualidade do trabalho .

“O pior é o profissional que pula de um trabalho para outro, porque se ele não fica muito tempo na empresa não consegue agregar valor com a experiência do negócio”, diz Marcondes. Ele lembra que é mais fácil aprender uma linguagem nova de programação do que se inserir em um negócio.

 

Exame – 29/01/2013

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Novos programadores serão formados em Itajaí e Blumenau

O Geração TEC, o programa do Governo do Estado de capacitação para tecnologia, entregou certificados para 66 formandos em Itajaí e 427 em Blumenau nesta quinta-feira, 13. Na solenidade, o secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Paulo Bornhausen, parabenizou aos alunos e suas famílias. “Vocês tem o papel principal em um projeto de Estado que levará Santa Catarina a um caminho melhor que já esteve”, declarou.

O projeto é uma ação da SDS, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (Fapesc) em parceria com a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate) e o Instituto i3. O curso já formou profissionais em Joinville, Criciúma, Tubarão, Lages, Chapecó, Pinhalzinho, Jaraguá do Sul, Rio do Sul, Joaçaba e na Grande Florianópolis. O principal diferencial do Geração TEC é o currículo desenhado para atender as demandas locais e a orientação profissional dos alunos ao longo da capacitação, que é gratuita.

Em Itajaí, duas turmas tiveram 116 horas de aula de capacitação em Web Designer. A vice-reitora da Universidade do Vale do Itajaí,Amândia Maria de Borba, falou que a tecnologia tem lançando círculo fantástico de mudanças. “A Univali apoia estas iniciativas e parabéns ao Governo do Estado por apostar no saber”. O aluno Tibúrcio de Barcelos, orador na solenidade, também agradeceu à administração pública estadual por esta oportunidade de crescimento.

Em Blumenau, os cursos foram destinados a profissionais que já trabalham com Tecnologia da Informação (TI) com capacitações nas áreas de Governança, Gerenciamento de Projetos, Marketing Digital, Gestão Jurídica, entre outros. Para jovens e adultos que não trabalhavam com TI, foram oferecidos os cursos de formação profissional em Design Gráfico, Web design, Administração em Windows Server, Linux, SQL Server e Administrador Oracle. Lá, o Geração TEC contou com apoio do Polo Tecnológico de Informação e Comunicação da Região de Blumenau (Blusoft) e, durante a solenidade, foi firmado convênio com a SDS que dobra a participação do Governo no projeto. “Se está funcionando, vamos dobrar o jogo. Os efeitos em Blumenau são visíveis, mensuráveis. É a conversão de uma cidade que já foi líder na economia, e que está retomando à liderança através da tecnologia”, disse Bornhausen.

O presidente da Blusoft, Jeziel Montanha, despediu-se do cargo após seis anos, agradecendo o apoio do Governo do Estado, via SDS, para formação de novos profissionais. Para o formando Conrado Castelien, o diferencial do projeto está na qualidade. “Trabalho há vinte anos com tecnologia e já fiz quatro capacitações do Geração TEC. Três aspectos foram fundamentais: os temas dos cursos, pertinentes com o mercado; o alto nível dos professores; e a estrutura, onde já podemos sair aplicando os conhecimentos”, afirmou.

Finalizando a cerimônia, o titular da SDS elogiou especialmente o trabalho da coordenadora do Geração TEC, a diretora de administração da Fapesc,  Alba Terezinha Schlichting. “Ela é uma das maiores educadoras do Estado, e construiu uma carreira na área educacional, com dedicação desde o Mobral”.

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Geração TEC certifica cerca de 500 programadores no Vale do Itajaí

Nesta quinta-feira, 13, o programa do Governo do Estado de capacitação para tecnologia entregará certificados para 66 alunos em Itajaí e 427 em Blumenau. A primeira solenidade será às 15h30, no auditório da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e a segunda formatura será realizada às 19h, no Grande Hotel Blumenau. “Tecnologia é uma área com boas oportunidades de trabalho e que tem seu local de destaque na economia de hoje”, expõe o secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Paulo Bornhausen.

O Geração TEC visa formar mais profissionais na área de tecnologia, impulsionando o desenvolvimento econômico. O programa é uma ação da SDS, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (Fapesc) em parceria com a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate) e o Instituto i3.

Em Itajaí, duas turmas tiveram capacitação em Web Designer. Foram 116 horas de aula realizadas no laboratório de Editoração Eletrônica da Univali. Em Blumenau, os cursos oferecidos foram para jovens e adultos que estavam interessados em trabalhar com Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e para profissionais que já atuavam na área e queriam aprimorar seus conhecimentos. Lá, o curso contou com apoio do Polo Tecnológico de Informação e Comunicação da Região de Blumenau (Blusoft).

 

 

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Estudo analisa cenário da Tecnologia da Informação no País

A falta de mão de obra é um dos entraves para o crescimento da área de TI no Brasil

A área da Tecnologia da Informação está cada vez mais se destacando no Brasil. Um estudo analisou o cenário da área no País. O levantamento foi realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e pela Brasil IT+, encomendado para Economist Intelligence Unit (EIU). De acordo com o estudo, uma das barreiras para a evolução da Tecnologia da Informação é a falta de mão de obra.

Por isso, o levantamento recomenda o investimento em universidades privadas, já que nas universidades públicas isso acontece com mais evidência, pois 90% dos artigos acadêmicos são produzidos nestes espaços e 75% dos pesquisadores estão nas universidades públicas. Mas há um volume alto de estudantes em instituições privadas, por isso é preciso investir em inovação.

Um dos resultados positivos que o estudo trouxe é de que o Brasil é líder global em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Apesar disso ainda está abaixo da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para reforçar a participação do setor privado é preciso investir mais, pois somente 46% do desenvolvimento em P&D é deste setor. Em países como a Coréia do Sul o percentual chega a 70%. Quanto à capacidade de inovação, o Brasil está em 31º dos 144 países.

A economia brasileira, que vem se fortalecendo a cada ano, também foi apontada no estudo com um dos pontos positivos para o País. O real está cada vez mais forte, diversas fontes de financiamento estão surgindo, o acesso ao capital aumentou, os custos e juros estão diminuindo. Com isso, muitas empresas globais estão investindo no Brasil. Em 2010, a IBM abriu duas instalações de P&D, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo. O Centro de Investigação e Inovação (CISB) foi criado no ano seguinte com um investimento inicial de US$ 50 milhões e trouxe junto mais de 40 parceiros do setor público, acadêmico e da indústria. Tudo isso somado às políticas de incentivo do Governo Federal como o TI Maior. O Brasil está hoje em quinto lugar no mercado de TI no mundo.

 

Sebrae

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Avanços em TIC para 2013

A aquisição e utilização da tecnologia estão cada dia mais aceleradas. Tablets, computadores e produtos de telefonia celular, por exemplo, são encarados como necessidades básicas por uma parcela crescente da população.

E vai muito além do uso pessoal. Traz modernização às nossas indústrias, efetividade e melhores resultados para qualquer instituição pública ou privada.

As estimativas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) para 2013 são ambiciosas e refletem o bom momento vivido pelo Brasil nesse segmento. A previsão do Instituto Gartner é de que o país será um dos principais focos do mercado global de TI em 2012 e, em três anos, surjam mais de quatro milhões de empregos na área em todo o mundo.

O investimento em Tecnologia da Informação deve crescer 6% em 2013, chegando a 133 bilhões de dólares. Apenas para a área de serviços em comunicação, o incremento esperado é de 85,7 bilhões de dólares, enquanto os softwares devem ter 15,2 bi a mais em arrecadação e a produção de dispositivos crescerá mais de 24 bi.

Já o segundo maior mercado de tecnologia entre os países emergentes, o Brasil tornou-se um mercado competitivo onde empresas nacionais brigam por seu espaço junto aos grandes players mundiais.

Na prática esse mercado ainda tem muito campo para expansão e pode colaborar com o crescimento das mais diversas áreas econômicas. O investimento em tecnologia significa o desenvolvimento de soluções nacionais que tornem o Brasil um país de ponta.

Porém mais uma vez cabe repetir as inúmeras e cansativas mensagens já emitidas pelas nossas entidades representativas.

Esse cenário “cor de rosa” de crescimento acelerado, legitimamente pretendido, materializar-se-á se, e somente se, imediatamente houver uma mobilização do governo, academia e setor privado, no sentido de implantar um ambicioso plano para a atração, formação  e capacitação de um exército de jovens do ensino médio, sob pena de, mais uma vez, assistirmos frustrados a passagem de uma “caravana” de oportunidades para o setor de TIC e nossas empresas, por falta de recursos adequados, continuarem a “lutar” pela preservação de seus nobres recursos intelectuais.

 

*Moacir Pogorelsky é  vice-presidente de Tecnologia de Gestão da Informação Assespro-RS e presidente da Sadig

 

Baguete – 20/11/2012

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3 habilidades raras no mercado de TI

Para se destacar, profissionais da tecnologia da informação precisam ter mais do que apenas conhecimento técnico

 

Com o mercado de tecnologia da informação aquecido, recrutadores estão perdendo o sono para encontrar profissionais. “Muita gente fala em apagão de talentos e no setor TI isso é bem claro”, diz Henrique Gamba, gerente da expertise de tecnologia da informação da Hays em São Paulo.

A maior dificuldade é preencher as vagas das empresas que não são de TI. “São as empresas que tem uma estrutura enxuta de TI, com profissionais para apoio interno”, explica ele.

Para se dar bem nesse setor, não basta ter um perfil técnico invejável. Segundo Gamba, a exigência das empresas já ultrapassa a barreira técnica. “Verificamos diferença de expectativa e falta de requisitos específicos, como domínio de inglês, nos profissionais acostumados a trabalhar para consultorias especializadas”, diz Gamba.

De acordo com ele, são três as habilidades que estão mais em falta no mercado de tecnologia da informação voltado para as empresas fora do setor de TI, que buscam profissionais para apoio interno.

 

Negociação

As empresas procuram profissionais TI que estejam próximos de seus clientes que sugiram e negociem soluções. “Aquele profissional reativo, que fica sentado na mesa esperando o problema aparecer para resolver, está perdendo espaço”, diz Gamba.

A profissionalização das empresas, o aumento de fusões e aquisições dos últimos anos, a incorporação de novas tecnologias e, principalmente, o entendimento de TI como uma área estratégica do negócio estão levando inúmeras empresas a implementar novas ações e ampliar ou elevar a qualificação de suas áreas de tecnologia da informação. “As áreas de TI das empresas estão ficando cada vez mais maduras”, diz Gamba.

 

Comunicação

Se é preciso saber negociar, é certo que a capacidade de comunicação é também um fator importante para o profissional de TI que quer se destacar. “As empresas não querem o profissional de TI que fica fechado no seu mundo”.

Também nesse contexto, o domínio do inglês tem sido decisivo na contratação dos profissionais. “Essa é a parte mais difícil. O inglês é o que mais elimina candidatos nas etapas de seleção”, diz Gamba.

 

Visão de Negócio

Sai na frente o profissional com perfil dinâmico, que procura entender o negócio e o mercado no qual se insere. As empresas buscam pessoas capazes de utilizar o seu conhecimento técnico para alavancar o faturamento.

“É aquele cara que vai atrás e que tem uma visão estratégica de negócio que se preocupa com o que está acontecendo ao seu redor”, explica Gamba.

 

Exame – 15/10/2012

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Geração TEC certifica 16 programadores em Tubarão

O programa Geração TEC entregará os certificados de formação de curso a 16 jovens e adultos capacitados na linguagem de programação Delphi em Tubarão. A formatura ocorrerá nesta terça-feira, 2, no auditório do Senac, a partir das 19h30min.

Para o secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Paulo Bornhausen, o programa capacita uma geração para atuar em um novo modelo econômico. “A economia do futuro terá como motores a tecnologia e a inovação. Ao oferecermos oportunidades de treinamento e formação para que os jovens catarinenses possam atuar nestas áreas, estamos abrindo caminho para a nova economia em Santa Catarina”, avalia Bornhausen.

Desde 2011, o Geração TEC já formou 605 jovens no estado. Outras 621 pessoas estão em sala da aula. O programa conta também com 595 vagas abertas: 500 em Blumenau; 45 em Itajaí e 50 em Lages. As inscrições são realizadas pelo site www.geracaotec.sc.gov.br.

Desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da SDS e da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), o Geração TEC tem parceria da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE). Em Tubarão, a capacitação desta turma de Delphi foi realizada com o apoio do Senac da cidade.

(Atualizado às 18h50)

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Salário em TI sobe 88% nos últimos 12 meses

Levantamento realizado pela Page Personnel, empresa global de recrutamento especializado em profissionais de suporte à gestão e primeira gerência, mostra que a concorrência por profissionais qualificados está inflacionando a folha de pagamento das empresas. De acordo com o Estudo de Remuneração 2012/2013, as empresas estão gastando mais para contratar ou reter talentos.

O setor de TI é o que apresenta o cargo com maior aumento percentual na remuneração. O salário de um administrador de banco de dados júnior, em São Paulo, saltou de R$ 2,5 mil no ano passado para R$ 4,7 mil neste ano, o que representa aumento de 88%. Os ganhos de um desenvolvedor/ programador também passaram de R$ 6,7 mil em 2011 para R$ 7,5 mil em 2012.

“Os profissionais de TI estão investindo mais tempo e dinheiro em qualificações técnicas, acadêmicas e cursos de idiomas e certificações, pois sabem que a demanda de oportunidades que buscam aumentou significativamente”,  explica Gil Van Delft, diretor geral da Page Personnel.

 

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